terça-feira, 22 de julho de 2008

The Donnas - Bitchin


Último CD lançado por este quarteto de garotas, aposta no hard rock (e no álcool, e na festa).




As Donnas são malvadas, muito malvadas. Após mais de 14 anos de banda e seis discos lançados, elas continuam sedentas por uma festa, álcool, confusão e garotos. Se em seus primeiros discos elas usavam o punk rock para dizer isso, em Bitchin, elas usam o hard rock a seu favor. Num primeiro momento isso pode soar um pouco estranho para fãs da primeira fase das garotas. Com as mesmas idéias que tinham aos 13 anos em algum colégio de Palo Alto, a única mudança parece ser uma reduzida na velocidade das canções. Mas quem não estiver interessado na tríade roqueira, eu não sei porque se interessou em ler esta resenha.
Toda a virilidade do hard rock acentua, com um charme diferente, a pose de roqueiras malvadas que elas cultivam. A arte do álbum ilustra isso bem, principalmente a fonte usada, típica de discos do gênero.



Sem contar que pode ser encarado como uma evolução em relação aos acordes básicos do punk. Mesmo assim, quem não gostou muito da idéia, sugiro as dançantes Wasted e Better of Dancing, que eu tenho certeza que os fãs de um rock feito por garotas vai gostar.
Outro passo ousado das garotas foi lançar Bitchin pelo selo que elas criaram, o Purple Feather Records. Essas mudanças, no entanto, não passam de uma prova de que elas não estão paradas. Com tanto tempo de banda, já passou da hora delas aproveitarem a experiência para mudarem o foco e arriscar outros temas.
1. Bitchin' (Intro)
2. Don't Wait Up For Me
3. Wasted
4. What Do I Have To Do
5. Save Me
6. Like An Animal
7. Here For The Party
8. Better Off Dancing
9. Love You Till It Hurts
10. Smoke You Out
11. Girl Talk
12. Give Me What I Want
13. Tonight's Alright
14. When The Show Is Over

Click em uma das imagens para baixar o cd...


segunda-feira, 7 de julho de 2008

sábado, 5 de julho de 2008

The Donnas - Spend The Night

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Aos 14 anos (1993) essas garotas começaram a ensaiar e provocar a todos com suas letras e seu som punk colado na irreverência dos Ramones, seus ídolos máximos.Imediatamente mudaram seus nomes (a la Ramones) : a cantora Brett Anderson tornou-se Donna A; a guitarrista Allison Robertson em Donna R; a baixista Maya Ford em Donna F e a baterista Torry Castellano em Donna C.Pois bem, as The Donnas conseguiram chamar a atenção da gigante gravadora Atlantic, que assinou com a banda no final de 2001.Lançado com uma grande promoção e publicidade, o disco de estréia da banda pela Atlantic, o chamado Spend the Night, saiu em 2002 e tornou-se o primeiro disco da carreira das The Donnas a entrar para o Top 100 das paradas pops americanas.Em meados de 2003 elas se apresentaram no palco principal do famoso festival Lollapalooza, o que colocou a banda numa posição de destaque.Nos 39 minutos de Spend The Night, as garotas tocam 13 canções onde o assunto pode variar entre sexo, festas, cerveja e... carros!Muitas das historias contadas, segundo Donna A, são verídicas só que levemente exageradas.The Donnas se divertem gerando polêmica, mas fazem isso com um sorriso e uma piscada de olhos de Donna A.O som é cheio e apesar de praticarem um rock básico, meio punk meio hard, as garotas mandam muito bem nos seus instrumentos tocando pesado e com muito groove.O destaque vai para a guitarra de Donna R. e a bateria arrasa quarteirão de Donna C.As melhores faixas são "Take It Off", primeiro single e clipe do álbum; "Who Invited You", ironia sobre pessoas inconvenientes numa festa; a irreverente "Dirty Denim"; a educativa "Please Don't Tease" e a hilária "Take Me to the Backseat".Sexy, vigoroso, viciante, rebelde, dançante e delicioso: muitos adjetivos podem ser usados para descrever o Spend The Night mas não vamos gastar a noite em definições: as garotas do The Donnas provaram ser uma banda que ainda vai dar muito o quê falar e, principalmente, dançar!!!As The Donnas nunca venderão tantos discos como os Kiss, nem nunca conseguirão ser tão sexy como as Runaways, mas não há dúvida que rockam como verdadeiras senhoras!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

The Donnas - Gold Medal (2004)

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O primeiro trabalho, "The Donnas" (1997), passou em branco, por ser simples e comum na época, posteriormente foi lançado "American Teenage Rock In Roll Machine" (1998), onde elas passam a beber de outras fontes, começa então um sucesso no meio underground dos States e da Europa. No álbum, "Get Skin Tigh" (1999), começa a aparecer o hard rock como influência, mais glitter rock dos anos 70 e 80, as principais referências são Motley Crue, Ratt, Twisted Sister e até Bon Jovi.
Na virada do século, lançam "Turn 21" (2001), isto é, alcançam a maior idade e o amadurecimento musical. A projeção já é quase mundial!
"Spend the night" (2002), único disco lançado no Brasil, traz o super sucesso "Take it off" (MTV, rádios, só não entrou na trilha da novela das oito...). Palo Alto, na Califórnia ficou pequeno demais para essas meninas.
"Gold Medal" (2004) foi o último álbum lançado. "Bitchin" foi lançado oficialmente no dia 18 de Setembro de 2007, na califórnia, em um buteco onde elas começaram a carreira.

Este Álbum é super agradável de se ouvir...Recomendado!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Livros: O Caçador de pipas e A distância entre nós!

Dois livros para iniciar a semana com um pouco mais de cultura, muito bons. Ótima leitura!



SINOPSE:
Poucas estréias literárias tiveram o êxito que Khaled Hosseini obteve com esse seu primeiro romance, que fala sobre a frágil relação entre pais e filhos, entre seres humanos e seus deuses, entre homens e sua pátria. Emocionante e envolvente, é uma história de amizade e traição que vai dos últimos dias da monarquia do Afeganistão às atrocidades de hoje.







SINOPSE:
BOMBAIM, ÍNDIA. Duas mulheres. Duas vidas. Dois destinos que poderiam ser um só. Sera e Bhima estão indiscutivelmente ligadas, seja pelo silêncio ou pela cumplicidade. Mas ao mesmo tempo estão distantes, separadas por uma fronteira intransponível. Como se o fio que as une não fosse forte o suficiente para agüentar uma descarga elétrica, força que parece definir a sorte e a tragédia da patroa e da empregada. Duas vidas marcadas pela decepção, enganadas pela traição, sujeitas a uma sociedade cruel cuja voz berra e marca a fogo a existência dessas mulheres. A Distância Entre Nós é um romance avassalador, envolvente, intenso. Você não conseguirá parar de lê-lo, e não será o mesmo quando alcançar a última pagina. Acredite.



Click nas imagens acima para baixar os livros.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Sebastian Bach - Angel Down (2007)

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Álbum de estreia do ex-vocalista dos Skid Row, Sebastian Bach. Este disco foi considerado por alguns críticos especializados em Metal, como um dos melhores discos do ano, mas não esperem encontrar um álbum igual aos da sua banda anterior. O disco conta ainda com a participação de Axl Rose em três músicas. Uma curiosidade, a capa do disco foi retirada de uma pintura (intitulada "David Watching") do celebre pintor David Bierk falecido em 2002, e pai de Sebastian Bach , feito aliás que não é inédito já que o mesmo tinha acontecido com a capa de "Slave to the Grind" dos Skid Row.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

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terça-feira, 3 de junho de 2008

Alanis Morissette - 2008



Alanis Morissette - Flavors of Entanglement [2008]: Super, hiper, mega lançamanto de uma das divas do rock dos anos 90... o disco será lançado por aqui dia 10 de junho...
Faixas: 1. Citizen of the Planet; 2. Underneath; 3. Straitjacket; 4. Versions of Violence; 5. Not as We; 6. In Praise of the Vulnerable Man; 7. Moratorium; 8. Torch; 9. Giggling Again for no Reason; 10. Tapes; 11. Incomplete.
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sábado, 24 de maio de 2008

Cidade Negra - Perfil [2008]

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A série Perfil, que reúne os sucesso de grandes nomes da MPB, traz agora a maior banda de pop raggae do Brasil: Cidade Negra. O grupo surgiu no Rio de Janeiro e sempre focou suas composições nos acontecimentos sociais, na natureza e no amor. O álbum Perfil Cidade Negra traz os grandes sucessos do grupo! Muito bom!
Faixas: 1. A Sombra da Maldade; 2. Querem Meu Sangue; 3. Sábado à Noite - Part. Esp.: Lulu Santos; 4. Onde Você Mora?; 5. Girassol (Acústico); 6. O Erê; 7. Firmamento; 8. A Estrada; 9. Pensamento; 10. Falar a Verdade; 11. Johnny B. Goode (Acústico); 12. Luz dos Olhos; 13. Bamba (Ao Vivo); 14. A Cor do Sol; 15. Perto de Deus - Part. Esp.: Anthony B.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Savatage - Hall of the Mountain King

Um verdadeiro clássico do Heavy Metal!
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1808 Laurentino Gomes - Lançamento Best-Seller!

1808


A fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro ocorreu num dos momentos mais apaixonantes e revolucionários do Brasil, de Portugal e do mundo. Guerras napoleônicas, revoluções republicanas, escravidão formaram o caldo no qual se deu a mudança da corte portuguesa e sua instalação no Brasil.
O propósito deste maravilhoso livro, resultado de dez anos de investigação jornalística, é resgatar e contar de forma acessível a história da corte lusitana no Brasil e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. Escrita por um dos mais influentes jornalistas da atualidade, 1808 é o relato real e definitivo sobre um dos principais momentos da história brasileira.

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terça-feira, 13 de maio de 2008

Zeca Pagodinho - Acústico MTV

Em duas noites, acompanhado por uma banda de 42 músicos, Zeca Pagodinho revisitou alguns dos seus maiores sucessos, para um público dos mais ecléticos, durante a gravação do Acústico MTV - Zeca Pagodinho. Cinco canções inéditas, entre elas “Pago pra Ver”, além de “Deixa a Vida me Levar”, “Maneiras”, “Samba pra Moças”, “Jura”, entre outras, completam o repertório do projeto.
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sábado, 10 de maio de 2008

Revista Mundo Estranho - Maio/2008

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sexta-feira, 2 de maio de 2008

A realidade realmente existe? - Interessante


Nem as cores existem na natureza nem nossa mente reflete fielmente os que nos rodeia. A realidade é proporcional ao número de seres humanos, posto que o que cada um percebe é filtrado e deformado pelos sentidos objetivos e a mente subjetiva.

O mundo visual que nos rodeia é uma ilusão? É verdade que as cores não existem na natureza? Nosso cérebro reflete fielmente a realidade exterior? As respostas a essas perguntas demonstram que a realidade é um conceito bastante subjetivo, já que muitas das coisas que observamos não existem ou, pelo menos, não são como as enxergamos.

O coquetel de estímulos provenientes do interior e do exterior de nosso corpo e que captamos por meio dos cinco sentidos varia sutilmente de uma pessoa para outra, já que a estrutura, as diferenças e as alterações dos órgãos sensoriais de cada um fazem com que, por exemplo, vejamos e escutemos de forma diferente, tanto que não exitem duas percepções iguais do real.

Se essa percepção objetiva, por sua vez, é alterada pela interpretação subjetiva do que somos, acontece e nos rodeia, com base em nossa bagagem de aprendizados e experiências, podemos concluir que a realidade é algo tão pessoal e único como as impressões digitais.

Segundo o neurocientista Francisco J. Rubia, autor do livro "¿Qué sabes de tu cerebro?" ("O que seu cérebro sabe"), "antigamente se achava que o cérebro refletia de forma fidedigna o mundo exterior, mas, a cada dia, parece mais evidente que o cérebro é um mundo fechado que traduz os estímulos externos para a linguagem disponibilizada pelas estruturas cerebrais, dando uma versão interna ou uma representação da realidade exterior".

O mundo visual é uma ilusão?
É o que parece. As imagens, que se formam nas duas retinas dos olhos, são distorcidas, pequenas e invertidas. Além disso, o poder de resolução do olho é limitado e disforme, já que, fora do ponto de maior acuidade, é baixo e a retina é praticamente cega para as cores.
O olho, além disso, se movimenta constantemente de um ponto para outro do campo visual, de três a quatro vezes por segundo, o que faz o órgão criar um montão de novas imagens.
Por outro lado, é conhecida a importância da atenção para a percepção de qualquer sensação: por exemplo, se não temos atenção, não vemos.

Além disso, o cérebro "completa" a percepção das coisas que não são vistas, como a visão de um cachorro inteiro atrás de uma cerca, embora só vejamos partes do animal.
Mas, talvez o mais importante, seja constatar que muitas das coisas que vemos são criações do cérebro. As chamadas "ilusões óticas" são inúmeras e dizem "a gritos que o cérebro vê o que quer ver, por isso somos incapazes de captar o que costumamos chamar de 'realidade'".
As cores não existem. A natureza não tem mais que diferentes comprimentos de onda. A audição, a visão, a percepção da cor ou do som... Tudo depende do nosso cérebro e da organização espacial das estruturas que processam esses estímulos.

Além disso, o processamento cerebral das características ou propriedades dos diferentes estímulos do ambiente, como a qualidade, a intensidade, sua estrutura temporária e local de procedência, podem variar, devido às estruturas e células nervosas que os recebem e transportam.
Na visão cromática, intervêm receptores que captam os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético (azul-violeta, verde, e amarelo-vermelho) e células que produzem as sensação de contraste entre as cores.

No final de todo o processo, o cérebro atribui uma determinada cor à atividade dos receptores e de todas as células que há até a informação chegar a um região denominada córtex visual. Mas um comprimento de onda não se transforma no cérebro em uma determinada cor. Não há uma correlação clara entre as duas coisas.

Presos dentro de nós mesmos.
Nosso cérebro, então, reflete a realidade exterior? Para Rubia, esta pergunta tem um categórico "NÃO" como resposta.
"Existe uma realidade exterior, mas tudo o que vemos, ouvimos, cheiramos, sentimos está dentro de nós mesmos. É o próprio cérebro que está sempre falando com a gente", destaca.
Segundo o cientista, "graças às transformações que os receptores dos estímulos externos realizam, graças à tradução dos estímulos físicos para a linguagem cerebral dos impulsos nervosos, fazemos com que surja essa realidade, esse mundo que não está fora, mas dentro do cérebro".

A tradução deve ser boa, porque, caso contrário, não teríamos nos adaptado tão satisfatoriamente ao nosso entorno. Porém, estamos presos dentro do nosso cérebro, e qualquer pensamento sobre a captação da realidade é pura ilusão, diz o especialista.

Omar Segura

sábado, 26 de abril de 2008

UAKTI - Águas da Amazônia

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O Uakti é um grupo brasileiro de música instrumental, formado por Marco Antônio Guimarães, Artur Andrés Ribeiro, Paulo Sérgio Santos e Décio Ramos. O Uakti é conhecido por utilizar instrumentos musicais não convencionais, construídos pelo próprio grupo.


Em 1993 Philip Glass também é comissionado pelo Grupo Corpo para produzir uma composição para balé. Glass escolhe então o Uakti como intérprete da sua composição "Águas da Amazônia - Sete ou oito peças para um balé". O arranjo é entregue a Marco Antônio Guimarães, que o adapta ao instrumental do Uakti. Pela primeira vez um arranjo de Philip Glass é feito por outro compositor. A gravação desta música foi lançada em 1999, encerrando o contrato com a Point Music.
Visitem o site da banda:
http://www.uakti.com.br/